Implacável!!! Bahia 3×2 Nacional
por Michel Costa
Chegar ao estádio Nicolau Alayon hoje (11/01/12) não era uma missão fácil.
O dia amanheceu chuvoso em São Paulo e desanimou muita gente, pois chuva em São Paulo é sinal de alagamentos, mas próximo ao horário do jogo o céu sorriu para acompanhar o “Tricolorzinho de Aço” e a chuva cessou. O problema, contudo, não foi só esse, pois o metrô estava “circulando com velocidade reduzida e maior tempo de parada devido à falha no trem na estação Tucuruvi”, segundo informações da Companhia do Metropolitano de São Paulo – Metrô.
Não era surpresa que, mesmo às 16h de uma quarta-feira, a torcida do Bahêa estava presente ao estádio do Nacional, time adversário.
A Embaixada do Bahêa de Sampa não deixaria de comparecer, como vem fazendo, em todos os jogos do time em São Paulo, pois o amor pelo Bahêa é maior que qualquer outra coisa. Nesta data, inauguramos a faixa da Embaixada sem a presença de Paulo Márcio e Marcelo Lopes que, infelizmente, estavam em horário de trabalho (por isso que tive que levar um caderno, pro jogo, para fazer essa resenha!!!
Hino do Brasil estava a tocar e o nosso time enfileirado para o terceiro jogo da copinha que pensávamos ser outra goleada, mas parece que o Bahêa estava contente com a classificação e poupou o Filipe (camisa 5 e capitão) e, também, o Railan (camisa 13, lateral direito titular) para não receber outro cartão amarelo e ficar suspenso para a próxima fase.
O Bahêa começou atacando para o gol do lado da Av. Marquês de São Vicente (em frente ao CT São Paulo) e o Nacional com a bola.
Nosso esquadrãozinho era muito superior e com somente 02 minutos de jogo João Marcos cruzou da direita para a área e quase que o centro-avante Paulo César marcou de cabeça. Aos 04 minutos o Nacional tentou dar o troco m com o atacante, camisa 20 driblando 2 jogadores do Bahia, mas saiu com bola e tudo, demonstrando o porque de não ter vencido nenhum jogo nesta 43ª edição da Copa SP. O Bahia não se intimidou e aos 05 minutos Igora cruzou novamente da direita, mas a bola passou por Paulo César e o atacante Ítalo Melo pegou mal na bola.
Paulinho parecia inspirado, deu uma “tabaca” no lateral do Nacional e o time adversário passou a caçar o garoto, sofrendo uma falta dura aos 07 minutos. Ítalo cobrou, mas sem a perfeição esperada pela torcida que grita uuuuuuuuuuuuuuuh da arquibancada.
A torcida do Bahêa em São Paulo parecia empolgada de uma forma que eu nunca vi, a bateria puxada por Claiton (na ZabumBahêa) e Charles (nos timbales) não parava e animava a torcida que puxava vários gritos de arquibancada como Bahia Campeão dos Campeões e o nosso maravilhoso hino.
O Bahia tinha excelente posse de bola, mas o jogo ficava preso no meio de campo. Aos 15 o Nacional conseguiu um contra-ataque, eram 05 jogadores deles contra somente 02 do Bahêa e quase o jogador 20 do Nacional faz, mas nosso goleiro pegou. Os jogadores do Bahia não gostaram do que viram e, aos 16 minutos, Anderson Melo teria marcado o primeiro gol em um lance quase perdido, mas o juiz anulou alegando impedimento! A torcida, revoltada, gritou vários palavrões para o juiz.
Aos 20 minutos, Laércio enfiou uma boa bola para Paulinho que chutou e o goleiro pegou, sendo que no rebote Paulinho chutou novamente em cima do goleiro e o juiz deu falta a favor do Nacional e não escanteio para raiva da torcida tricolor. O juiz parecia estar sob pressão em apitar, pois o time da casa não havia vencido um jogo na copinha.
O jogo voltou a ficar preso no meio campo quando, aos 27 minutos, Paulinho tocou bonito para Paulo César que só ajeitou para Ítalo Melo deixar a redonda no fundo das redes para a torcida tricolor gritar GOOOOOOOOOOOOOOL. Bonito gol dos meninos da base que nos enche de orgulho de ser Bahêa!!!! \o/
Aos 29 minutos, Igor chutou a bola de fora da área e faltou pouco para o segundo gol do Bahêa. O esquadrãozinho parecia satisfeito e tocava a bola no meio de campo, mas, aos 42 minutos, Carioca escorregou enquanto marcava Chicão do Nacional que chutou da lateral direita e encobriu o nosso fraco goleiro Renan!!… confesso que foi bonito.
O juiz apitou o fim do primeiro tempo aos 47 minutos. Ficou claro que o Bahia sentiu falta de Filipe e Railan que foram poupados.
Intervalo e os caras desceram para beber refrigerante, acredite…. é refrigerante. Os caras ficaram tão empolgados com a conversa com Filipe (jogador que subiu para o profissional e atual capitão do esquadrãozinho) e Railan (lateral matador do esquadrãozinho) que não quiseram sair do estádio para comprar cerveja, pois é proibida a venda e consumo de bebida alcoólica nas dependências do estádio.
O Bahia voltou melhor como sempre, mas chutando somente de fora da área. Aos 05 minutos do segundo tempo Anderson Melo tocou na área para Paulinho que devolveu a bola e ele perdeu um gol na cara do goleiro. Aos 07 minutos Paulinho fez um grande lançamento para o 7 que chutou prensado no zagueiro e na cobrança do escanteio ele perdeu outro gol. Parecia não ser o dia do 7 colocar a bola dentro do gol.
Paulinho voltou ainda melhor, mas infelizmente o juiz era o mesmo.
Aos 12 minutos Paulinho tocou para João Marcos que deixou Ítalo Melo de frente com o goleiro para marcar o GOOOOOOOOOOOL. Bahia 2×1.
O Nacional tentava várias vezes, mas não conseguia criar nada contra o time que foi superior aos seus adversários na primeira fase, mas aos 17 minutos o Nacional cruzou da esquerda só que não conseguiram finalizar.
Houve uma linda festa da torcida que cantava muito e fez jus ao título de torcida de ouro em 2010. Paulinho não parava de driblar os seus adversarios e, aos 24 minutos, tomou uma porrada sem bola do número 5 do Nacional que o juiz fez que não viu e nada marcou. Paulinho saiu de maca para total apreensão da torcida!! Acabou não sendo nada sério, pois o sacaninha voltou depois e continuou a humilhar.
Depois de muita porrada do Nacional em cima dos meninos do Bahêa, acontece o inacreditável….. o juiz marca pênalti aos 30 minutos do camisa 3 em cima de Paulo César, sendo que só recebeu um cartão amarelo pela falta no último homem do Bahia. Paulo César pediu para bater e converteu. GOOOOOOOOOOOOL! 3×1, com direito a comemoração com mais 03 companheiros sentados como se estivessem jogando baralho.
Aos 34 minutos a torcida já gritava OLÉ, mas, infelizmente, o 9 do Nacional marcou aos 35 minutos de uma sobra de bola dentro da pequena área. Aos 39 minutos o excelente zagueiro Robson quase entregou o baba em cruzamento do Nacional pela direita que ele tentou cortar, mas jogou em cima do atacante adversário e quase a bola morreu dentro do gol tricolor.
Quando o Bahia parecia ter pisado no freio, aos 43 minutos, Paulinho enfiou a bola para Ítalo Melo, que não conseguiu chegar, mas seria um bonito gol.
Escutei da arquibancada que PAULINHO era MÁGICO, pois driblou 04 jogadores, aos 44 minutos, e enfiou para Ítalo Melo, em nova jogada!! Pena que não chegou novamente na bola!
A torcida tricolor que, perdoe-me as outras torcidas, fez um lindo trabalho das arquibancadas e deu um show tão bonito quanto o esquadrãozinho na primeira fase da copinha cantava “ACABOU ÔÔÔ, ACABOU PRO NACIONAL” aos 46 minutos. E aos 48 minutos o juiz apita o fim do jogo e o Bahia venceu por 3×2, mas o placar não refletiu a superioridade do esquadrãozinho, enquanto isso a torcida (que engrandeceu o espetáculo) cantava o Hino, depois Bahêa minha vida e, por fim, “CHORE NA MINHA” Nacional.
Os meninos classificaram-se em primeiro lugar com larga vantagem para os demais concorrentes e, se eu estiver correto, o time ainda não jogou tudo que pode.
Espero estar no dia 25 de janeiro na final da copinha pelo 2ª ano consecutivo torcendo pelo Bahêa. Contudo, para isso acontecer é preciso vencer o próximo adversário, FLUMINENSE-RJ. Espero que o esquadrãozinho faça jus ao título de freguês do Flu-RJ que perdeu os dois jogos pelo Campeonato Brasileiro de 2011 para o time principal.
O técnico Laelson Lopes mandou a campo: Renan; João Marcos, Robson, Carioca e Laércio (Raí); Amorim, Anderson (Wisner), Ítalo Melo e Igor (Anderson Talisca); Paulinho e Paulo César.
ZabumBAHEA! (Bahia 4×0 Guará)
Olá Nação!!
Domingo, dia 08 de Janeiro, foi um dia especial!!! Foi dia de re-encontro na Embaixada do Bahêa de Sampa!!
Como o primeiro jogo foi numa quinta-feira à tarde, muita gente não conseguiu dar um pulo no Nicolally Alayon para assistir a goleada contra o Caxias. Mas, domingo prometia ser bem diferente, com a presença de quase todos do nosso grupo de amigos tricolores e a certeza de que mais tricolores iriam encher a arquibancada com as cores do Esquadrão.
Dessa vez, fui junto com Dani e encontrei com o pessoal da Embaixada lá na estação de metrô Barra Funda. Foram chegando Claiton, Paulo Marcio, Tiago e Michel. Claiton logo chegou com duas “malas,” que na verdade era uma sacola cheia de Cerva e a outra, trazia uma bendita Zabumba para fazer o som no estádio!
O perfil da torcida do Bahea nos jogos aqui na Paulicéia costuma ser bem diferente do que em Salvador. Costuma ser uma torcida menos verbal e mais observadora da partida. Acreditávamos que, por haver uma certa inibição dos baianos que moram aqui,em média, há mais de 5 anos e por isso possa haver perdido contato com os hábitos da nossa terra e os hinos da nossa torcida.
Por isso, imaginei que a idéia de Claiton seria excelente, por servir de estímulo para quebrar o gelo da torcida na arquibancada.
Chegando no Estádio, percebemos um número maior de bandeiras do Bahia nas dependências do estádio. A Bamor-SP, havia levado uma faixa, representando a maior torcida organizada do Norte-Nordeste. Nos encontramos com vários amigos tricolores na chegada. Chegando atrasado, para variar, Nelson (do www.ecbahia.com) trouxe a sua empolgação característica de quando ele está na arquibancada (bem diferente dos textos sóbrios para o ecbahia.com e o jornal Folha de São Paulo).
Subimos a bancada (que estava cheia) e os gaiatos começaram a tocar a Zabumbis, completamente fora do ritmo e incomodando alguns (inclusive esse blogueiro), que pediram para parar com o tambor! Que baixo astral! Mas juro que foi para o bem!!
Começou o jogo e o Esquadrãozinho foi para cima do Guará, desde o primeiro minuto, fazendo com que a torcida se animasse mais. Quebramos o gelo com um “Vai pra cima deles ESQUADRÃO!” e Ítalo Melo recebeu sozinho um passe de Paulinho na cara do gol e chutou em cima do goleiro do Guará.
A partir daí uma sequência de “Baheeeeea…..Baheeea…” começou a ecoar no Nicolally e o time Bahia começava a tocar bem a bola no meio, sempre chegando com perigo. Paulo Cesar perdeu um gol incrível, novamente na cara do gol.
A torcida estava cada vez mais afiada, em harmonia… já a Zabumbis (e o ataque do Esquadrãozinho) continuavam fora do compasso.
Aos 36 minutos, o ataque e o batuque resolveram entrar em acordo. Laércio, pela esquerda, recebeu passe de Filipe, entrou na área e tocou para Paulo Cesar, se redimir e fazer o 1o Gol do Bahea!!!
Pronto, foi o sinal para a torcida se desinibir e logo pediram para a galera cantar o hino. Pressão para o Zabumbahea! Logico que ajudamos os caras e ficou lindo demais, vocês devem ter ouvido pela TV.
No segundo tempo, o Bahia voltou ainda melhor. Railan, Filipe estavam jogando muito bem, tocando a bola e chegando à frente. Italo e Paulinho, desta vez, foram menos produtivos e se preocupavam mais em enfeitar jogadas e jogar para a torcida e a galera que assistia pela televisão.

Tiago, Dani, Nelson, Eu e Michel. Na torcida! (Foto: Antonio Alvim/ecbahia.com)
O segundo gol saiu de um escanteio pela esquerda que Laercio desviou para o meio e Railan, de cabeça, empurrou para o fundo. Festa nas arquibancadas!
Nesse momento (em off), a galera do batuque ensaiava . Paulo Marcio segurava uma baqueta que o fazia parecer um maestro, orientando Claiton. Dessa forma foi que saiu o “Xalaia laiá”, o “hino da Avante (Pituaçu é minha casa)” e “Bahea Minha Vida.”
Os meninos devem ter se empolgado com a gente, porque, logo após, saiu o gol mais bonito do dia. Anderson Melo tocou para Railan, que devolveu com uma cavadinha para a entrada da área; Anderson de Cabeça deu um passe para Paulo Cesar empurrar para o Gol. Pronto, triunfo assegurado!! Nelson resolveu puxar o belo hino “Bahia Campeão dos Campeões,” pense na emoção de cantar essa musica! Só me lembrava de ter ouvido na arquibancada de São Januário e na torcida Povão, da velha Fonte Nova. A verdade é que a maioria da galera não soube cantar, mas pelo menos acompanharam com palmas.
Para finalizar o show dos meninos, Anderson Talisca recebeu uma bola, praticamente no meio de campo e fez um lançamento magistral, na diagonal para Paulinho que recebeu sozinho e tocou para o fundo. Quanta habilidade!
4×0. Novo show dos meninos. Destaque para Railan, Andersons Melo e Talisca, Filipe e novamente Paulinho. Italo foi mais discreto. Renan, mais seguro no Gol.
Bora meu esquadrãozinho!
Em tempo: A ZabumBahea deu show, apesar do mal começo! No final do baba, rolou uma resenha bizarra dos caras. Sei que eles queriam que um corôa se transformasse no sogrão deles (mas só soube por alto).
Anderson Melo, camisa 8 do esquadrãozinho, falou em uma resenha, que se arrepiou com a torcida do Bahea em Sampa. _o/ \o_
E, depois do jogo, ainda rolou um velho Acarajé, seguido de Sarapatel, nesse domingo de Sol com Bahea, Caetano e Gal na TV. Pense num fim de semana bom!
Diario da Copinha (Bahia x Caxias)
São Paulo Quarta-feira, 05 de Janeiro de 2012
12h
Salve, Salve nação tricolor!
Saí da Estação de Metrô Santa Cruz, em direção a Barra Funda com baldeação na Sé para poder pegar um trem que me levaria a 1 km do Estádio Nicolivis Alayon (do tradicional clube paulistano Nacional) para poder assistir ao primeiro jogo do Bahia sub-18 na Copa São Paulo. Parece cansativo, né? Até achei, inicialmente e conversando com as pessoas ao longo da semana, elas sempre me chamavam de doido por fazer aquilo numa Quarta-Feira à tarde.
Conhecendo a força da nação, sabia que eu não seria o único doido presente.
Saindo na estação Sé, encontrei com Breno, tricolor que está há dois anos morando em Sampa e que também estava indo para o jogo do Esquadrãozinho. No metrô, começamos a papear sobre as contratações do Bahia e juntos comemoramos a renovação de Jones, grande atacante de beirada.
Na Barra Funda encontramos com Michel, um Bahea que mora em Sampa há muito tempo e que não perde um jogo do tricolor na Grande São Paulo. No nosso papo, ele diz que quando o Bahea joga, ele tem a sensação de estar em Salvador, mais precisamente na Fonte Nova, onde a baianidade ferve.
É uma grande oportunidade de trocar idéia com um grande numero de conterrâneos que moram por essas bandas. Então rola papo desde política, até culinária. E lógico, das diferenças entre as capitais paulista e baiana.
Voltando ao nosso passeio, depois de uma bela paletada, chegamos no estádio. Lá já estavam centenas de tricolores ansiosos para ver o nosso esquadrãozino estrear na copinha e ,quem sabe, conquistar esse titulo que nos escapou em 2011.
Já no estádio, conheci Getulio, um tricolor das antigas, que começou a contar as historias do tempo em que foi gandula da Fonte Nova em 1968. Em torno dele, muita gente parou e começou aquela velha discussão de craques que passaram pelo Bahia. A galera mais nova escalou Nonato e Uéslei na frente, para a furia dos coroas que falavam maravilhas de Douglas e Beijoca. (Cá para nós…Pelé é Pelé, Neymar é Neymar….e Nonato é Matador).
O jogo começou com muita troca de passes. Sem grandes chances de gol. O Bahia sempre chegando mais à area do Caxias.
Aos 14 minutos, o Bahia levou um gol infantil, devido a indecisão do goleiro Renan com o zagueiro Carioca. Enquanto Renan não sabia se pegava com a mão ou com o pé, Carioca não sabia se dava um bico na bola ou saia jogando com estilo. No final das contas, Marcos Paulo, atacante do Caxias, roubou a bola, driblou os dois e tocou para o gol vazio.
Envergonhado, o Bahia se perdeu no jogo depois do gol, tentando chegar à área com cruzamentos e bolas alçadas na área, sem criar chances.
Apos uma pausa para hidratação, o Bahia voltou tocando muito bem a bola. Paulinho centralizava as ações ofensivas. Filipe, volante, marcava bem e saia com facilidade da defesa para o ataque. Após longo tempo dominando a posse de bola, aos 30 minutos, Railan desviou um cruzamento da direita e fez o gol de empate. Antes do final do primeiro tempo, ítalo fez o seu primeiro golaço do jogo de falta, na lateral da grande área, encobrindo o goleiro. Lembrou um pouco àquele gol de Ronaldinho Gaúcho contra a Inglaterra.
No segundo tempo, o Bahia foi sempre superior. Comandando as ações e tendo muito mais posse de bola. Ítalo começou a pedir bola e driblar os seus marcadores com facilidade. Esse menino tem muito futuro. Paulinho se movimenta o jogo inteiro, e o seu posicionamento em campo lembra muito o de Messi (longe de comparações técnicas). Acredito que esses dois, junto com o volante Filipe, devem amadurecer na equipe profissional e brilhar num futuro próximo.
Voltando ao jogo, logo aos 15 minutos, Paulinho deu um drible de corpo, deixando dois marcadores a ver navios e deu um toque rápido, deixando Anderson Talisca livre para driblar o goleiro e tocar para o gol vazio.
Pouco depois, aos 21 minutos, Italo fez uma cobrança muito parecida com a anterior, encobrindo o goleiro do Caxias. Um golaço! Por sinal, Ítalo só cobrou falta que levou perigo ao gol do Caxias.
Para fechar o placar, aos 26 Anderson Matos desviou cruzamento de Anderson Talisca da direita. Bahea 5×1. Um show dos meninos.
Pois é, são nomes que devemos guardar para ver como vão se sair no futuro. Engraçado, que não tínhamos a escalação do Bahia para o jogo, só conhecíamos Paulinho, camisa 20. Durante a partida, quando saía gol, o aplicativo do celular, sempre anunciava o Placar, mas para a nossa raiva, deu algum bug no programa pq só aparecia o nome de um tal de Marcos Paulo, que descobrimos ser o atacante do Caxias. Todos os nomes que digitei dos autores dos gols, foram pesquisados depois da partida.
No final saímos satisfeitos com o resultado e eu fiquei ainda mais feliz porque descobri uma padaria que vende pãozinho delícia (nível Perini) aqui perto de casa, graças a indicação de Breno. Só quem mora fora de Salvador, sabe a importância disso.
Saudações Tricolores














